Sobre um ser nítido, turvo e não saber o que se é.
Sou nítida e turva.
Outrora me sentia turva.
Tudo em câmera lenta
Turva.
Agora sou nítida
Enxergo-me com a clareza
De uma imagem
Nítida.
Ser turvo parece confuso
Agoniante,
Mas não.
Ser turvo é sentir outra realidade.
O nítido, pelo contrário,
Parece belo
Prazeroso,
Mas não.
O nítido é razão
É aquilo que só os olhos da cara podem ver.
Foi no turvo que senti prazer
Foi no turvo onde o toque chegou.
No nítido vi o confuso
Agoniei-me do igual
Da imagem
Estática.
O nítido é sempre um só.
O turvo é instante
inconstante
Do ver e sentir a
Complexidade do
Turvo.
Outrora me sentia turva.
Tudo em câmera lenta
Turva.
Agora sou nítida
Enxergo-me com a clareza
De uma imagem
Nítida.
Ser turvo parece confuso
Agoniante,
Mas não.
Ser turvo é sentir outra realidade.
O nítido, pelo contrário,
Parece belo
Prazeroso,
Mas não.
O nítido é razão
É aquilo que só os olhos da cara podem ver.
Foi no turvo que senti prazer
Foi no turvo onde o toque chegou.
No nítido vi o confuso
Agoniei-me do igual
Da imagem
Estática.
O nítido é sempre um só.
O turvo é instante
inconstante
Do ver e sentir a
Complexidade do
Turvo.
outubro, 2015
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